O homem forte e bom que vem ao nosso encontro, é Piotor.
Piotor não é português. Caiu de um avião de carga numa noite de temporal, numa serra árida onde depois de muito andar no escuro, encontra um cão.
Esse cão é pastor e leva-o para junto do seu rebanho. O rebanho leva-o para a aldeia. Na aldeia há um teatro e o vazio que Piotor sentia, preencheu-se.
Piotor trouxe consigo uma história sobre a água...sobre uma gota de água que ao cair do céu da Rússia, transforma as crianças que a querem ouvir, em pequenos russos que em vez de mãos, têm o poder de trazer a chuva e o dilúvio para dentro de casa.
Quando a história termina, as crianças só esperam que a gota de água volte a cair para refrescar os seus dedos...
Texto
Madalena Victorino
Paulo Duarte
Encenação
Madalena Victorino
Assistente de Encenação
Abel Duarte
Cenografia e figurinos
Sandra Neves
Costureiras
Capuchinhas CRL e Maria do Carmo Félix
Cenários e adereços
Carlos Cal e Conceição Almeida
Direção Musical e Banda Sonora
Fernando Mota
Interpretação
Piotor (Paulo Duarte) a sua Sombra (Conceição Almeida) e sete pequenos músicos russos
Direção de Produção e Comunicação
Paula Teixeira
Vídeo e Fotografia
Lionel Balteiro
Agradecimentos
Maryana Bardashevska
Camila Correia
Carolina Correia
Frederico Duarte