BANTU

SEXTA FEIRA, 9 FEV, 2024 | 21H30

AUDITÓRIO

CE: M/14

DURAÇÃO: 1H10

PREÇÁRIO:
7,50€

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BANTU

SINOPSE

Bantu designa uma família de línguas faladas na África subsariana: é identidade e é comunidade. Bantu designa mais do que uma ocorrência linguística. Pode ser: uma linguagem própria que sobreviveu às línguas europeias impostas; um mecanismo identitário; um signo vedado ao colonizador; uma forma de comunicação, plena de códigos culturais, históricos, religiosos e políticos; a materialização efémera de um longo
encontro. A palavra “Bantu” acolhe tudo o que queremos ou imaginamos que o espetáculo Bantu seja. O que Bantu será, contudo, depende dos olhos de quem vê. Este é também um lugar que desejamos ocupar: um lugar diferente para cada um dos corpos que o habita, partilhado nas feridas que rasga, titubeante no trilho que percorre; um lugar exuberante na celebração da comunidade reunida em palco.
Da língua que falamos vemos o mundo que nos cabe. Acontece que, das diferentes geografias a que pertencemos – num país ou num teatro –, temos diferentes perspetivas do mesmo mundo, e assim não poderemos falar a mesma língua, nem ver as mesmas coisas, nem chegar aos mesmos lugares. Bantu traça o percurso inverso e vai ao encontro de uma língua despida de palavras, uma língua transformada em partilha e em identificação: não se trata de uma linguagem universal; trata-se de uma linguagem possível. Bantu é um caminho por traçar, e o percurso é feito entre dois países com
afinidades complexas e memórias profundas um do outro.

A Nome Próprio é uma estrutura residente no Teatro Campo Alegre, no âmbito do programa Teatro em Campo Aberto e tem o apoio da República Portuguesa - Cultura / Direcção-Geral das Artes

FICHA ARTÍSTICA

Direção artística
Victor Hugo Pontes
Cenografia
F. Ribeiro
Mu?sica
Throes + The Shine
Direc?a?o te?cnica e desenho de luz
Wilma Moutinho
Desenho e operação de som
João Monteiro
Figurinos
Cristina Cunha
Victor Hugo Pontes
Construção de máscaras
Cristina Cunha
Confeção de figurinos
Emília Pontes
Domingos Freitas Pereira
Assistência de direção
Cátia Esteves
Consultoria artística
Madalena Alfaia
Direção de produção
Joana Ventura
Produção executiva
Mariana Lourenço
Assistência de produção
Inês Guedes Pereira
Interpretação
Dinis Abudo Quilavei
Dinis Duarte
João Costa (bailarino gentilmente cedido pela CNB)
José Jalane
Maria Emília Ferreira
Marta Cardoso
Osvaldo Passirivo
Estágio como intérprete na criação
Francisco Freire
Promotores
OPART/ Estúdios Victor Córdon
Camões – Centro Cultural
Português em Maputo
Parceiro institucional dos EVC
Camões I.P.
Produção
Nome Próprio
Coprodução
A Oficina/CCVF
Camões – Centro Cultural
Português em Maputo
Casa das Artes de Vila Nova
de Famalicão
OPART/Estúdios Victor Córdon
Teatro José Lúcio da Silva
Teatro Nacional São João
Apoio à residência
A Oficina
Largo Residência
CRL - Central Eléctrica
Estúdios Victor Córdon
Teatro Municipal do Porto
Agradecimentos
Joãozinho da Costa
Nuno Viegas

Um programa dos Estúdios Victor Córdon e Camões - Centro Cultural Português em Maputo

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