MUSEU DA EXISTÊNCIA

AMARELO SILVESTRE

3 A 4 NOVEMBRO 2017 |

SALA ESTÚDIO

CE: M/12

DURAÇÃO: 1H30

PREÇÁRIO:
5€

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MUSEU DA EXISTÊNCIA

SINOPSE

© Luís Belo

Sex 3 Nov | 10h00 e 14h30
Sáb 4 Nov | 15h30 e 21h30

Exposição | 5 a 16 Novembro | 14h00 - 19h00

Um homem, Senhor Melo, decidiu construir um Museu com objetos que as pessoas fazem existir. Objetos com memórias vivas. O chapéu salva-vida, o pão torrado que alimentou um amor clandestino, a aliança da revolução que acabou com a guerra, a boneca que não se pode partir e tantos outros. É isso o Museu da Existência.

Os objetos e as histórias são das pessoas que abriram a porta de casa ao Senhor Melo, um pouco por todo o país. Ele falou-lhes do Museu da Existência e elas decidiram fazer parte. Emprestaram e doaram as suas próprias memórias vivas. Os seus objetos.

O futuro dos museus é dentro das nossas casas. Quem o diz é Orhan Pamuk, Prémio Nobel da Literatura 2006, autor do livro Museu da Inocência, que conta a história de Kemal, um homem que construiu um museu de objetos a partir do momento mais feliz da vida dele próprio: o Museu da Inocência, em Istambul, na Turquia. O Senhor Melo conheceu Kemal e decidiu construir o seu próprio museu de objetos, a partir dos momentos mais felizes da vida das pessoas.

É isso o Museu da Existência. Uma casa.

Em Águeda, a coleção do Museu da Existência inclui também objetos emprestados por pessoas do município.

BIOGRAFIA

Rafaela Santos (n.1972) é cofundadora da Amarelo Silvestre, assumindo a codireção artística. Terminou a licenciatura Bi-etápica de Teatro e Educação, em 2007, e o bacharelato em formação de atores, em 1995, na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa. Fez o curso de formação de atores do IFICT, em 1991. Estreou-se como atriz em 1994, com Greensleeves, de Joyce Carol Oates, encenação de Jorge Silva Melo, tendo, desde então, trabalhado com diversos encenadores, como Bruno Bravo, Ana Nave, João Brites, John Mowat, Sandra Faleiro, Diogo Dória, Christinne Laurent, Maria Emília Correia, Ana Tamen, António Pires, Maria Gil, entre outros. É atriz regular no projeto Teatro Mais Pequeno do Mundo, com direção de Graeme Pulleyn, desde 2011. Recebeu o Prémio Melhor Atriz – Teatro na Década, no Acarte, em 1996. Em Dança, participou em espetáculos de Olga Roriz (Anjos e arcanjos…) e Madalena Vitorino (Caruma e VISEU A…). Entre 1999 e 2009, participou em diversos telefilmes e curtas e longas-metragens de cinema, com realizadores como Jeanne Waltz, Manuel Mozos, Alain Tanner, Rosa Coutinho Cabral, Jorge Silva Melo, Raquel Freire, Edgar Pêra, Rita Nunes e Jean Teddy Filippe, entre outros.  Já participou em algumas séries e telenovelas para vários canais de Televisão portugueses.  Desde 2009, foi responsável pela encenação de Mar Alto Atrás da Porta, São Paulo, Brasil, 2013; Raiz de Memória, Teatro Viriato, 2012; João Torto, 2012, Teatro Nacional D. Maria II; Sonhos Rotos, 2011, Festival Internacional de Teatro Clássico de Almagro – Espanha (iniciativa Almagro Off) – espectáculo distinguido com Menção Especial do Júri; e Mulher Mim, 2010, Teatro Viriato.  Antes, encenou Areena, 2000, em conjunto com Carla Bolito, no CCB; Alices, 2005, texto de Susan Sontag, no Teatro da Garagem; e Mexe-te!, 2007, no Teatro Viriato, já com dramaturgia de Fernando Giestas. Foi colaboradora regular do Centro Pedagógico do Teatro Viriato, entre 2004 e 2008 e formadora de Teatro e Expressão Dramática do Lugar Presente/Companhia Paulo Ribeiro entre 2004 e 2016.

 

Fernando Giestas (n. 1978) nasceu em Espinho. Jornalista para sempre, dramaturgo, cofundador, com Rafaela Santos, da Amarelo Silvestre. Ator de brincar, formador de Expressão Escrita. Autor da dramaturgia dos espetáculos (criações e co-criações da Amarelo Silvestre): O que é que o Pai não te contou da Guerra? (2015); Sangue na Guelra (2013); Mar Alto Atrás da Porta (2013); Raiz de Memória (2012); João Torto (2012); Sonhos Rotos (2011). Espectáculo distinguido com Menção Especial do Júri de Almagro Off; Mulher Mim (2010); Mexe-te! (2008); Performance comunitária Migrar, (2012).

Autor lido em sessões promovidas pelo Centro de Dramaturgia Contemporânea de São Paulo, no Teatro do Faroeste, São Paulo, e pela companhia francesa DYProcess, no Théâtre Le Colombier, Bagnolet, Paris (peça Sangue na Guerra/Guelra/Guerra), 2013; e nas Leituras no Mosteiro, organização do Teatro Nacional São João (peça Mar Alto Atrás da Porta), 2013.

Formação de Escrita para Teatro com Jean Pierre Sarrazac e Alexandra Moreira da Silva, entre outros.

 

Ricardo Vaz Trindade é licenciado em Arquitetura e encontra-se a finalizar o Mestrado em Estudos de Teatro pela FLUL. Começou a sua carreira teatral em 1996 no CITAC. Obteve formação com Alan Richardson, João Brites, José Peixoto, John Frey, Paulo Castro, Paulo Filipe Monteiro, Rachel Chavkin, Peter Michael Dietz, Kelly Maurer, entre outros, e destaca as colaborações como actor com Sónia Barbosa, Amarelo Silvestre, Nuno Cardoso, Circolando, Madalena Victorino, Giacomo Scalisi e David Pereira Bastos. Encenou e escreveu várias peças no TEUC e no Teatro Toitoi, companhia que fundou com Marta Félix. No cinema participou em filmes de Paulo Abreu, Eduardo Brito e Pedro Pinho.

Em 2015/16 foi bolseiro da FC Gulbenkian e da Fundação GDA para um estágio de teatro colaborativo com a companhia The Team, em Nova Iorque. Participou na 1ª edição do Laboratório de Escrita para Teatro do TNDMII, com orientação de Rui Pina Coelho, onde escreveu o texto “Terás a promessa de voltar ao lugar de partida”.

FICHA ARTÍSTICA

Direção Artística
Fernando Giestas e Rafaela Santos

Dramaturgia
Fernando Giestas

Concepção plástica, Cenografia e Figurinos
Ana Seia de Matos 

Concepção plástica digressão
Carolina Reis 

Concepção e Design dispositivo cénico
Henrique Ralheta 

Desenho de luz
Jorge Ribeiro 

Fotografia e Design gráfico
Luís Belo

Folha de sala

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