LULA PENA

LULA PENA

SÁBADO, 10 JUNHO 2017 | 21H30

AUDITÓRIO

CE: M/6

DURAÇÃO: 1H00

PREÇÁRIO:
Entrada gratuita mediante levantamento de bilhete.







LULA PENA

SINOPSE

Lula Pena, nascida e criada em Lisboa, é uma portuguesa cosmopolita: uma mulher de todo o mundo. Cantora-poeta, mulher misteriosa que se esconde atrás da guitarra para melhor nos surpreender. Uma voz única e profunda, inspirada por múltiplas referências, que brinca com as fronteiras e os mais finos poetas. O seu primeiro disco, Phados, lançado em 1998, garantiu-lhe aclamação imediata. A sua voz profunda, segura e sensível; a mistura pura das raízes do fado com referências do folclore português, com a chanson française, a morna de Cabo Verde, a bossa nova do Brasil; a entrega nua da sua voz e guitarra; tudo anunciava a chegada de um enorme talento. E depois desapareceu, reaparecendo apenas 12 anos depois, com o lançamento do seu segundo disco “Troubadour” - uma coleção de histórias de paixão e dor, espelho das suas viagens pessoais enquanto músico existencialista e inesperado.

Nos últimos anos, tem estado mais presente nos palcos, apresentando-se em concerto em Cabo Verde, Brasil, Chile, Zimbabwe, EUA e um pouco por toda a Europa, aparecendo, ocasionalmente, em duo com o multi-instrumentista guineense Mu Mbana ou o saxofonista neozelandês Hayden Chisholm mas, habitualmente, sozinha e no seu próprio tempo.

Lula Pena segue as suas próprias regras, não só na sua carreira como na sua música. A sua voz é inquietante e comovente, o seu estilo na guitarra é único, a sua abordagem é profundamente emocional ao mesmo tempo que conceptual. Tem uma forma quase xamanística de se tornar uma só com o instrumento enquanto toca as suas longas e divagantes peças, nas quais madeira, cordas, corpo humano, respiração e voz se fundem num único, fabuloso e sobrenatural monstro.?

A música de Lula Pena é um organismo vivo. Navega num oceano estranho, com margens de continentes chamados blues, flamenco, chanson française, phado (como ela prefere chamar-lhe), bossa nova e outros, alimentando-se de todos eles e não deixando nenhum intacto.

Folha de sala

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